quinta-feira, 9 de outubro de 2008



FESTIVAL DE BANDAS DE BELINHO, EM 2ª EDIÇÃO


Realiza-se a 12 de Outubro corrente, domingo, o 2º Festival de Bandas de Belinho, com a participação das seguintes: Moreira da Maia, “Os Amigos da Branca”, Arcos de Valdevez e a de Belinho, anfitriã.
O local escolhido para cada uma das Bandas apresentar o seu repertório é o parque junto à igreja Paroquial; cada uma vai executar quatro peças, a indicar no acto. E a encerrar o Festival/2008, as quatro Bandas em conjunto, depois do desfile vão executar a peça “Saudação a Belinho”. O conjunto das Banda, num total de 200 unidades (cerca de 50 por cada Banda) será dirigida pelo Maestro Fernandes, natural da Maia, que foi o Mestre de Belinho durante alguns anos. A peça é da autoria do Maestro Fernandes, um veterano de 80 anos.
Segundo Manuel Fernando, presidente da Autarquia de Belinho, após o desfile das Bandas, no Centro Paroquial vai decorrer o grande convívio deste evento, considerando os componentes das Bandas e acompanhantes convidados.
A organização deste 2º Festival de Bandas, esteve a cargo do Centro de Formação Musical de Belinho, com o apoio da Junta de Freguesia. Aliás, diria o Autarca Manuel Fernando, o Festival realiza-se para assinalar o fim da época e, por outro lado, captar vocações e jovens para a continuidade das Bandas, sendo que Belinho é de tradição, pelo seu historial anterior a 1922, deve manter-se em actividade
TURISMO

Em aditamento à notícia inserida anteriormente, sob este tema foi publicado no D.R. de 10 Outº corrente, o Dec. – Lei 62/008 que regula a divisão e o funcionamento das Regiões de Turismo e, bem assim, a orientação para serem elaborados os respectivos Estatutos da entidade na Região de Turismo Porto e Norte de Portugal.
A seu tempo serão dadas mais informações, considerando que Esposende fica integrado nesta divisão, com sede em Viana do Castelo.

terça-feira, 7 de outubro de 2008


NOVO GRITO FEMINISTA LANÇADO POR FINA D´ARMADA
No dia quatro de Outubro, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, foi apresentado o livro, “O Primeiro Grito Revolucionário, de 1715, em defesa da Mulher.
A Sala Couto Viana apresentou boa moldura de presenças; tratava-se de actualizar os conceitos de Paula da Graça, escritora de 1715 que lança um grito de revolta para chamar à atenção da sociedade dessa época, quanto aos maus tratos à Mulher. Não foi, só por isso que chamou o interesse dos apreciadores da cultura e do livro; as novidades eram muitas, sobretudo nas duas versões: português e inglês.
Não é da nossa lavra referirmo-nos a questões técnicas e de apreciação geral da obra; a análise crítica ao aspecto gráfico e do seu impacto na cultura moderna, em especial na literatura, quando imensos desvarios e tragédias sobre a Mulher, reportando-nos à incessante maneira das injustiças usadas, como paga da sua nobre missão na Terra: quem dá soldados para a guerra, onde se defendem, quantas vezes, outros interesses subalternos à função Mulher?!
O livro tem valor como testemunho dos tratos de polé, sem cuidarmos de acautelar a Mulher no seu feminismo, pois então!
Recordamos a sua função de inteira submissão quando nas viagens das Descobertas, embrenhadas no ambiente e, de vida no seu dia-a-dia doméstico, das naus e das caravelas, além de ajudas nas batalhas travadas.
Na mesa que orientou a cerimónia, além da autora, Fina D´ Armada: Dr.ª Luisa Quintela, presidente do Centro Cultural do Alto Minho; Dr.ª Teresa Fontes, em representação da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da Biblioteca Municipal e o Editor da obra lançada.
A terminar, assinale-se a tenacidade da escritora, já nossa conhecida no meio artístico e cultural alto- minhoto, a obra segue a esteira de outras de sucesso, com a finalidade de sempre: a defesa da Mulher. Parabéns a esta Mulher, que admiramos
Artur L. Costa, Esposende
COMUNIDADE DO CÁVADO: ESPOSENDE ADERIU
Noticiamos, na oportunidade, a criação da comunidade Intermunicipal do Cávado a que Esposende era suposto, iria participar. Também se noticiou a forma apressada com foi tratada a criação desta entidade, que incluía alguns concelhos do Distrito.
De facto, o objectivo era a participação de Esposende no Quadro de Referência Estratégica Nacional.
Veio ao nosso conhecimento que a Assembleia Municipal de Esposende, realizada em finais de Setembro passado, não teve dúvidas: quanto às vantagens na integração de Esposende nesta Comunidade Intermunicipal, com outros concelhos do Distrito, entre os quais: Braga, Barcelos, Amares, Esposende, Vila Verde. Ora, estas vantagens e a oportunidade de integração neste organismo, eram evidentes; contudo, outra questão se levantava: e a Valimar?
Viemos a ter conhecimento que não houve quaisquer alterações, porque os projectos oportunamente apresentados, são para continuar na Valimar. Era de esperar… A votação favorável foi maioritária.

Artur L. Costa, Esposende



TURISMO NA TRADIÇÃO DE ESPOSENDE
Uma reunião efectuada em 28 de Setembro 2007, trouxe algumas dúvidas quanto ao futuro e Esposende, sendo como é conhecido, zona de turismo, com boas perspectivas, se o técnicos trabalharem as nossas potencialidades.
É público que o projecto de nova divisão administrativa territorial no sentido de se criarem outras e melhores condições locais ou de região, O nosso caso, está visto, será região Porto Norte, embora subdividida segundo a vocação de cada uma delas e de temática consagrada localmente a fim de se variar a oferta ao nosso potenciais “clientes”.
O nosso passado turístico, sendo “mercado seguro”, não polivalente, é resultado de imenso trabalho ao longo de muitos anos, ganhou raízes; as alternativas criadas vieram para progredir e captar. Quais, então, as nossas perspectivas futuras?
A dinâmica da região do Minho a que nos habituamos, são promissoras, Bastará manter esse desiderato, embora o nosso destino já esteja marcado: Litoral-Porto com um “cardápio” de fazer inveja a muita gente; as restantes, cada uma com a respectiva sede – Esposende, em Viana do Castelo; Braga, temática religião; Guimarães, cultura e com projectos em desenvolvimento; Bragança, com peso em terras que marginam o Douro. Será, de facto assim? Esperemos para ver e comentar.
Artur L. Costa

Atenção: não confundir com Área de Paisagem Protegida Litoral Norte.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008


MORREU O JORNAL DE ESPOSENDE – QUEM O MATOU?

A questão colocada pelo autor é muito importante. Porquê? Toda a gente sabia as reviravoltas dadas à situação, porque era chegada a oportunidade, depois de sair o Belemino, Prof. Armando Marques Henriques… O Artur Costa, era um caso complicado.
Quem foi, então! Clamou o Alberto Bermudes.
As averiguações estão a decorrer e não será difícil saber o autor material deste servicinho que poderá ser entregue às entidades responsáveis pela Comunicação Social. Todavia, podemos adiantar: o último “Jornal de Esposende” foi distribuído a 15 de Março de 1994, com Artur Lopes da Costa a Director, com sede na Rua 1º de Dezembro, n.º 4, frente à Câmara Municipal. Porém, terminada esta série, a luta desigual travada por demanda judicial interposta para “matar” fosse o que fosse… Então, a falta de “armas” para evitar a queda do Jornal no buraco do inferno, o imobilismo e dificuldades postas por alguns, incluindo testemunhas a tentar entrar onde ninguém podia, era difícil lutar… E o saldo no banco era soberbo, daria para uns tempos…
Desfeito o nó cego de uns tantos, não havia solução: ceder, era o fim almejado. O jornal, como diz o articulista Bermudes não foi adquirido; houve um acto compulsivo. Convinha assim… Daí, na edição seguinte de 1 de Abril de 1994, voltou aos tempos antigos de que uns já, tinham saudades…
Á partir desta manobra, não sei de quem, nem quando, precisamente, chegou ao fim a sina de um Jornal feito com desvelo e muita paciência, também algum saber e o traquejo de uns bons amigos.
A debandada foi geral, até um dia, quando festejaram o número 500. Então, quem matou “Jornal de Esposende” ?

Artur L. Costa